Faça essas 2 perguntas para garantir que você vai realizar suas metas esse ano

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Antes eu tenho uma pergunta muito séria pra te fazer:

Como foram esses primeiros 15 dias do novo ano?

Você começou 2017 com o pé direito? Está motivada e firme nos seus propósitos para 2017 ou já abandonou a lista de resoluções que fez quando 2016 estava acabando e está pensando “Ah, deixa eu retomar meus planos quando janeiro acabar” ou então “Ah tem tempo, depois do carnaval eu começo de verdade!”

Eu passei essas duas semanas de 2017 na casa dos meus pais, no Rio de Janeiro, um misto de férias misturado com trabalho que foi maravilhoso. Matei a saudade da comida da minha mãe, revi amigos, passei muito calor no verão 40º do Rio e fui à Friburgo para a formatura da faculdade da minha irmã.

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Nessas duas semanas, aproveitei para estudar um bocado, intensificar meus rituais de cuidado e conexão comigo mesma e principalmente para planejar como eu quero que 2017 seja, ora definindo meus objetivos e metas, ora já dando os primeiros passos em direção a eles, por menores que sejam. Quem me conhece sabe que eu sou fã dos pequenos passos diários. ;)

Existe uma pesquisa que mostra que 88% das pessoas abandonam suas resoluções logo nas primeiras semanas do novo ano. Eu mesma há uns anos atrás mantive uma meta na minha lista de resoluções por alguns anos seguidos, porque a abandonava logo no início de um ano, e quando outro ano começava eu pensava “ah esse ano vai!” e isso se repetia ano após ano.

Isso era porque eu não sabia como criar metas, e até mais importante, eu estava totalmente desconectada do que eu realmente queria porque me conhecia muito pouco. Isso era receita de fracasso na certa nas minhas resoluções…

A dica que eu tenho para te dar é: Olhe para dentro, procure se conhecer, conecte-se consigo mesma para saber o que você realmente quer para sua vida.

Se você fez a sua lista de resoluções para 2017, eu vou te passar um exercício muito simples e poderoso que você pode fazer para descobrir se essas metas estão conectadas com seu verdadeiro eu. Olhe para cada meta e reflita sobre essas 2 perguntas:

1) Por que essa meta é importante para mim? (Vá a fundo na questão, não se satisfaça com o primeiro porquê, ache o âmago da questão. O seu porquê deve ser MUITO importante, caso contrário a meta vai entrar na estatística dos 88% que falei aí em cima)

2) De 0 a 10, o quanto eu estou apaixonada e empolgada por atingir essa meta? (Se sua resposta não for 10, você tem 2 opções: abandonar a meta e buscar outra que te desperte paixão ou pensar no que você precisa fazer para transformar em um 10)

Essas duas perguntas já vão te ajudar a trilhar um caminho de sucesso nos seus objetivos para esse ano lindo que começou, acredita em mim. ;)

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Eu realmente acredito que para realizar suas metas você precisa estar conectada com seu eu verdadeiro e com a sua missão de vida, e não existe conexão se você não olhar para dentro e se conhecer. Então eu tenho um convite muito especial pra te fazer!

Na semana passada eu abri as inscrições para o Desafio #VivaSuaJornada, um desafio gratuito de 7 dias para te ajudar a encontrar uma vida com mais significado, dando os primeiros passos para descobrir o seu caminho em direção ao seu propósito.

O desafio acontece de 24 a 30 de janeiro e durante esses 7 dias você vai receber emails diários meus para te ensinar os passos que vão te ajudar a dar um start poderoso no seu ano. As vagas são limitadas, então não sei até quando vou manter as inscrições abertas, porque eu sou uma só e quero dar atenção exclusiva a cada uma que participar para que essa semana #VivaSuaJornada seja linda!

Então vai lá correndo se inscrever!

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Convide todo mundo, amigos, familiares que você acha que podem tirar proveito desse desafio (leia-se: qualquer pessoa!). Passe pra eles a página do desafio pra que eles possam se inscrever também e dar início a esse processo de transformação para uma vida com mais significado. Estou contando com você!

Onze maneiras de ser chato e mediano

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imagem gentilmente cedida por joegardner/unsplash

  1. Aceite sem questionar o que as pessoas lhe dizem.
  2. Não questione a autoridade.
  3. Faça faculdade porque esperam isso de você, não por querer aprender algo.
  4. Viaje ao exterior uma ou duas vezes na vida para algum lugar que considerar seguro.
  5. Não tente aprender outra língua.
  6. Pense em abrir seu negócio, mas nunca o faça.
  7. Pense em escrever um livro, mas nunca escreva.
  8. Faça o maior financiamento de imóveis para o qual você se qualifica e passe 30 anos pagando.
  9. Sente-se a uma mesa 40 horas por semana para uma média de 10 horas de trabalho produtivo.
  10. Não se sobressaia nem chame atenção.
  11. Avance a todo custo e sem refletir, saltando obstáculos e ticando listas de coisas a fazer.

Terminei de ler o livro O Poder dos Inquietos, do Chris Guillebeau há 5 minutos, sentada em uma mesa do meu café e restaurante favorito aqui em São José dos Campos. Esse já era um que estava na minha lista de livros a ler há um bom tempo, e sinceramente, não sei porque demorei tanto. Lembrei dessa lista que li no início do livro e resolvi postar aqui no blog.

Não é uma lista exaustiva e, na minha opinião, nem sempre se qualificar pra um item quer dizer que você é chato ou mediano (mas praticamente tudo). Apenas nos dá o que pensar…

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De onde saí e para onde estou indo

No último mês eu fiz uma especialização em Lifestyle Design Coaching no Rio, com a Paula Abreu e o Bruno Juliani. Hoje em dia estudar sobre a questão de estilo de vida é algo que me interessa muito, desde que eu percebi que todas as decisões que eu tomei, todas as mudanças que eu fiz na vida adulta foram motivadas quase que exclusivamente pelo estilo de vida que eu queria criar pra mim e pra minha família.

A última mudança que eu fiz foi de trabalho, de cidade (mais uma vez), e de atitude diante da vida.

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Não quero cair na rotina

Não quero cair na rotina.
Não quero ser escravizado por máquinas, burocracias, tédio e feiura.
Não quero me tornar um imbecil, um robô, um peão.
Não quero me tornar um fragmento de pessoa.

Quero fazer o meu próprio trabalho.
Quero viver com (relativa) simplicidade.
Quero lidar com pessoas, não com máscaras.
As pessoas importam. A natureza importa. A beleza importa. A inteireza importa.

Quero ser capaz de me importar.

Esse manifesto foi escrito em 1970, por E. Fritz Schumacher. Mas poderia ter sido escrito em 2016, por você, por mim, por todos nós.

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Clareza só vem com ação

Eu sou o tipo de pessoa (em recuperação) que, se deixar, planeja, planeja, avalia, pesquisa, planeja, e no final das contas acaba ficando paralisada. Isso acaba me fazendo adiar muito do que eu quero fazer. Se eu não tomar cuidado, eu fico presa nesse ciclo e não parto pra ação tão cedo.

Clareza só vem com ação, Natália Rosin
foto cortesia de pixabay/splitshire

E sabe quando isso geralmente acontece? Quando eu não tenho muito claro o caminho que devo seguir.

Mas mesmo que você não seja uma pessoa de análise, você também pode se encontrar na mesma situação: onde você não coloca seus planos pra frente porque não sabe se é exatamente isso que você deveria fazer.

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3 Perguntas para Retomar a Motivação

Você deu os primeiros passos, começou a trabalhar a favor dos seus objetivos e está super feliz de finalmente estar em movimento naquele projeto que você acha que é tão importante pra você.

Só que aí, algo começa a acontecer…

3 perguntas para retomar a motivação, Natália Rosin
foto cortesia de white_ribbons

Você começa a se sentir desmotivado.

~fuén~

Durante o percurso, a gente esbarra em um monte de objeções, falta de foco, desmotivação e tudo mais. É difícil pra caramba se manter em velocidade constante na estrada.

Eu, por exemplo, preciso lidar com a desmotivação e “remotivação” o tempo todo. Tem momentos eu que eu estou cansada do ritmo do dia-a-dia, geralmente quando estou dormindo menos do que o meu normal. Tem outros momentos em que eu não estou vendo o resultado que esperava dos meus esforços. E aí eu acabo desanimando.

Isso acontece com você também?

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O poder incremental das pequenas ações diárias

Houve um tempo em que eu achava que o sucesso acontecia da noite pro dia. Eu valorizava o trabalho massivo, onde você cai de cabeça em algo, vara madrugadas, até ficar pronto. E aí em poucos meses, tcharam: sucesso da noite pro dia!

Mas de uns tempos pra cá eu tenho experimentado de verdade o poder das pequenas ações dia após dia.

O poder incremental das pequenas ações diárias, Natália Rosin
foto cortesia de pixabay/big_apple

E olha, fazer 1 pequena tarefa por dia, todos os dias, em prol dos meus objetivos, é uma das coisas mais incríveis que eu tenho experimentado.

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5 razões para não querer fazer tudo sozinho

Vou te contar um segredo: Eu sempre tive muita dificuldade de trabalhar em equipe. Quando no processo de um projeto, eu nunca soube muito bem como dividir.

5 razões para não querer fazer tudo sozinho, Natália Rosin
foto de JD Hancock

Deixa eu te dar um exemplo para ilustrar o que eu estou falando: Feiras de Ciência. Não sei como era na sua época de ginásio, mas na minha escola, geralmente você tinha um grupo de 5 ou 6 pessoas, escolhia um tema sobre o qual iam apresentar, e partiam para as pesquisas e materiais que iam usar para sustentar aquele tema. Pois bem, acho que isso é uma lei universal dos grupos escolares, mas você sempre tem: 1 ou 2 que fazem o trabalho duro, e 4 que só pegam carona e decoram o que tem que apresentar 1 dia antes, certo?

Nos meus grupos, não era diferente. Todo ano nós dividíamos o trabalho, mas cada um fazia sua parte mal e porcamente. Teve um ano que eu decidi: Quer saber, eu vou fazer esse trabalho sozinha. Montar o conteúdo, preparar os materiais e só dividir com o restante do grupo quem vai falar o que. E vamos ver no que dá, vamos ver se vai sair um trabalho bacana. E foi basicamente isso que eu fiz.

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Fazer X Apoiar quem faz

Antes de mais nada, eu quero agradecer a vocês que sempre mandaram mensagens e emails dizendo que estavam com saudades, e pedindo para eu voltar ao blog. Sempre li essas mensagens com uma pontadinha no coração de agradecimento, e me sinto honrada por poder contar com esse suporte de vocês.

Fazer X Apoiar quem faz, Natália Rosin

Eu sempre quis criar, sempre. Não havia um dia durante a minha infância em que eu não estivesse envolvida em algum projeto ou pensando em algum. Não havia tédio durante as férias em casa quando eu era adolescente, porque eu sempre tinha o que fazer enfurnada na minha escrivaninha no quarto. Enquanto meus amigos de escola diziam ansiar a volta das aulas, dizendo não aguentar mais ficar em casa entediados, eu estava lá sonhando pra que eu tivesse mais tempo de férias pra terminar tal projeto.

Durante o meu ginásio, eu sonhava em ser artista. Durante um tempo dizia que queria ser escritora.

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