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Criatividade está em todos: 6 dicas para mudar sua atitude e ser uma pessoa criativa

Eu acredito piamente e eternamente que toda e qualquer pessoa é criativa.

Algumas percebem isso e fazem bom uso dessa característica, algumas abafam (ou deixam que abafem) a própria criatividade, outras nunca nem pararam para pensar de verdade sobre isso, e outras tantas tem medo de viver de forma criativa.

nataliarosin - we can do it
We can do it!

Mas eu realmente acredito que o ser humano é por natureza criativo, basta olhar para uma criança. Talvez o que aconteça é que ao longo da vida algumas dessas pessoas que foram crianças criativas tem essa característica suprimida pela família, pelos amigos ou pela própria escola. Nem vou entrar nesse mérito, isso é assunto pra um outro post. Mas eu não acho que “perder” a criatividade é um caminho natural não. Nós deveríamos é estar preocupados por isso acontecer com tamanha frequência.

E quando falo de criatividade, não estou falando só do lado artístico: de pintar, desenhar, esculpir ou escrever. Tenho certeza que muita gente pensa só nesse lado quando se fala nisso, certo? Mas não, eu estou falando da criatividade no sentido mais amplo da palavra. De ser capaz de ter ideias inovadoras em qualquer área da vida. De buscar soluções para os problemas que aparecem e ter sucesso nisso.

“Criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados.” – Torrance, 1965

Mas o que fazer se você acha que não é uma pessoa criativa?

Pra mim, tudo começa com uma mudança de atitude. E aqui significa principalmente deixar de aceitar aquilo que você considerava como sendo verdade, porque foi o que todo mundo sempre falou. E mais ainda, o que você sempre falou pra si.

E pra dar o pontapé inicial nessa nova história, quero te passar 6 formas para começar hoje a ser diferente, e deixar a criatividade despontar aí dentro:

1) Admita que você é uma pessoa criativa.

Já que estamos começando do começo, deixa eu te perguntar: Você já se olhou no espelho e falou pra si: “Eu sou uma pessoa criativa!”? Então comece daí. Se você nunca se considerou uma pessoa criativa, e nunca te chamaram assim, talvez seja a hora de começar a afirmar isso, sabendo que o seu verdadeiro eu, criativo, está aí dentro de você, adormecido e abafado, só esperando você admitir isso e trabalhar para despertá-lo.

Se você não quer olhar no espelho diariamente e falar isso pra si, escreva no diário, ou em um caderno, essa frase e/ou variações dela. Escreva todos os dias, até você acreditar de corpo e alma que você é sim uma pessoa criativa.

2) Crie períodos de tempo livre no seu dia.

É o que chamam de ócio criativo. Se você é o louco das listas de tarefas, ticando uma tarefa atrás da outra, até o seu dia acabar, você tem zero minutos de ócio criativo. A ideia é separar algum ou alguns períodos do dia sem uma agenda definida. E é criar mesmo, separar à força, porque eu tenho certeza que a primeira coisa que você pensou foi “Impossível! Eu não tenho tempo pra isso.”

3) Preste atenção ao que acontece à sua volta.

Passe a olhar para as coisas, e olhe de verdade. Quando estiver no mercado, preste atenção às cores, aos cheiros, às texturas. Veja filmes com olhos mais atentos. Ouça músicas com ouvidos mais atentos. Quando estiver caminhando na rua, comece a observar tudo o que acontece ao seu redor. Pare de ter pressa. Tudo o que vemos, ouvimos e sentimos pode ser inspiração para criar. E isso nos leva ao ponto seguinte.

4) Tenha um caderno sempre à mão.

Quando você começar a ver de verdade as coisas que acontecem à sua volta, você vai querer ter um caderno sempre na bolsa (ou no bolso) para anotar as ideias que surgem e inspirações que você quer guardar. E nem precisa ser um caderno físico. Eu uso o Evernote para tudo, ele é o meu cérebro digital. Por exemplo, se eu vejo algo na rua que quero registrar para usar depois como inspiração, eu abro uma nota no Evernote, fotografo e pronto, já está lá pra quando eu quiser voltar nisso.

5) Aprenda 1 coisa nova por mês.

Aprender coisas novas expande a mente e você ainda tem a chance de encontrar algo que gosta muito de fazer e que não sabia porque nunca havia experimentado. Coloque uma meta de aprender 1 coisa nova a cada mês, você pode fazer isso de diversas maneiras, olha algumas:

  • Assistindo vídeos online. Existe uma infinidade de materiais na internet, desde cursos online gratuitos ou pagos, até tutoriais em assuntos diversos.
  • Sentando pra conversar com alguém expert em uma área que te fascina.
  • Inscrevendo-se em aulas presenciais. Vale tudo, desde aulas de culinária ou jardinagem, até de programação. (Por exemplo, o Sesc em SP tem cursos nas mais diversas áreas, acho que a um preço bem acessível)
  • Lendo um livro sobre um assunto que você se interessa mas não conhece bem.

Aliás, ler sempre, livros diversos, seja de não-ficção ou ficção, é uma ótima forma de abrir a mente e aprender. É uma das minhas favoritas.

Abra-se para o novo. Experimente coisas novas.

6) Pratique.

Levante a bunda da cadeira, e comece a agir! Comece a fazer algo pelo simples prazer de fazer, sem se preocupar com o resultado.

Muita gente acha que só pode ser criativo quando está inspirado. Mas não caia nessa, não fique esperando pela inspiração chegar magicamente. Geralmente, ficar bom em algo significa praticar e praticar. Parafraseando Thomas Edison, genialidade criatividade é 1% inspiração e 99% transpiração. Ou seja, você precisa colocar a mão na massa para resgatar a sua criatividade.

Na real, eu só arranhei a superfície com esse post. Mas é por aí que se começa a ser uma pessoa mais criativa. Não adianta eu te dar várias dicas práticas e mirabolantes, se você não tiver trabalhado o mais importante antes, aí dentro de você.

E agora é a sua vez! Me responde: Você se considera uma pessoa criativa? O que você faz pra exercitar a criatividade?

Fazer X Apoiar quem faz

Antes de mais nada, eu quero agradecer a vocês que sempre mandaram mensagens e emails dizendo que estavam com saudades, e pedindo para eu voltar ao blog. Sempre li essas mensagens com uma pontadinha no coração de agradecimento, e me sinto honrada por poder contar com esse suporte de vocês.

20150223

Eu sempre quis criar, sempre. Não havia um dia durante a minha infância em que eu não estivesse envolvida em algum projeto ou pensando em algum. Não havia tédio durante as férias em casa quando eu era adolescente, porque eu sempre tinha o que fazer enfurnada na minha escrivaninha no quarto. Enquanto meus amigos de escola diziam ansiar a volta das aulas, dizendo não aguentar mais ficar em casa entediados, eu estava lá sonhando pra que eu tivesse mais tempo de férias pra terminar tal projeto.

Durante o meu ginásio, eu sonhava em ser artista. Durante um tempo dizia que queria ser escritora.

(Tudo porque na 5ª série, a minha história, dentre todas da classe, foi a escolhida para virar um livro. Um livro de tecido, com a minha história, ilustrado pelos alunos, para participar de uma gincana no colégio.)

Logo eu achei que talvez eu não tivesse o necessário para me tornar escritora, e que aquela experiência de ter criado algo legal para a classe foi importante para me mostrar que eu era capaz, e que se algum dia eu quisesse voltar a isso, seria uma ótima opção, porque escrever é uma coisa que eu gosto de fazer.

Hoje em dia, eu continuo amando pensar em projetos e executá-los manualmente. Dá pra você ter ideia disso se você é um leitor das antigas do blog. Mas o que eu tenho percebido, no último ano ou mais, é que na verdade ter vivido o que vivi me possibilita um par de coisas muito além do que eu imaginava lá atrás, quando eu queria ser artista.

Me possibilita conhecer inúmeras pessoas que tem mais talento artístico do que eu, e a pensar de que formas eu posso contribuir para apoia-las.

Me possibilita levantar a bandeira do que eu acredito e fazer o mundo à minha volta melhor.

Eu acredito nisso, e enquanto deixo o fazer com as pessoas mais criativas e talentosas desse Brasil, eu quero fazer a minha parte para dar o suporte pra esse povo mostrar o seu trabalho e ser feliz fazendo aquilo que ama.

Agora uma PERGUNTA: Se você puder tirar uns minutinhos pra deixar um comentário aqui, me diz uma coisa que eu quero muito saber: Você faz aquilo que ama?

[Palestra] Não basta ser um grande criativo com um produto supimpa. Tem que saber vender.

Natália Rosin no FBNCriativos

Com a minha experiência no Tanlup, uma das situações que eu mais vejo são criativos que tem um produto maravilhoso, mas que não conseguem vender, não conseguem chegar ao seu público de forma eficaz. E foi por isso que eu escolhi falar sobre esse tema na palestra online que vou dar no 1º Fórum Brasileiro de Negócios Criativos, amanhã (sim, domingo!) às 10h da manhã.

Fica aqui o convite para você me assistir em vídeo e em cores. É só se inscrever gratuitamente aqui no site e o link da palestra será enviado por email para você uns 30 minutos antes de começar.

 

De Volta ao Show

É incrível como o tempo passa, e passa… e passa… Até que você se dá conta de que já passou tempo demais e você não colocou aqueles seus planos em prática, ou que você negligenciou uma certa área da sua vida, ou que tudo está tão corrido que você mal consegue respirar e pensar em se organizar.

Pois bem, eu estava no limite desse ritmo, até que ultimamente passei a encarar as coisas de forma diferente e conseguindo enxergar um sol no fim do túnel. Estou começando a me organizar, a priorizar e a entender que eu não preciso ser a super-mulher que eu sempre tentei ser.

A partir de agora, eu decidi que eu quero ser o melhor que eu posso ser nas coisas que realmente importam pra mim, e quanto ao resto… bom, quanto ao resto eu posso ser até medíocre, e isso está totalmente ok pra mim. Esse pensamento me trouxe um senso de claridade enorme, e tirou quilos e quilos de peso das minhas costas.

Escrever nesse blog é algo importante pra mim. Sempre foi. E é por isso que eu quero estar de volta. Olha, talvez o blog tenha uma nova pegada. Talvez eu traga assuntos diferentes para o blog. Talvez o blog sofra uma repaginada. Mas uma coisa é certa: Vocês ainda não se livraram de mim. ;)

Sinceramente, eu ainda não tenho certeza total de quando isso vai acontecer. Se você quiser ser avisado da minha volta, deixa seu email aqui que eu te escrevo quando isso acontecer, bele?




4 anos da Cecília: Hora da festa!

Eu já contei aqui como foi o dia de aniversário da Cecília, com seus presentes e passeios, mas ficou faltando contar como foi a festinha no sábado seguinte, então vamos lá!



*Ela decidiu que queria escrever ela mesma nos convites todos os nomes dos amiguinhos. A gente foi soletrando as letras e ela mandando bala! ;)

Esse ano a gente escolheu fazer uma Festa do Mel. Parte porque a Cecília adora comer coisas com mel, parte porque o Gustaf curte muito apicultura e praticava com o pai dele tempos atrás. Foi uma forma de relembrar isso. E foi uma festa muito gostosa de fazer porque nós quisemos manter tudo simples e ao mesmo tempo rico nos detalhes e no carinho.


Tenho quase certeza de que a primeira coisa que você vai me perguntar é sobre a estrutura de favos na parede atrás da mesa, tô certa?

Nada mais é do que palitos de sorvete (já amarelos, obrigada Kalunga!) colados um no outro formando essa coisa simples e bonita que você tá vendo. Os trequinhos com melzinhos dentro são um freebie em papel que eu mudei as cores pra combinar com a festa, imprimi e montei.








*recheio de doce de leite fujão…

Pra decoração, a gente fez pompom de lã, vassourinhas de papel de seda, frases penduradas na parede, flores amarelas em vidros de xarope, vidros com mel com tecidinhos na tampa, bolas-colméia de seda (esse a gente comprou pronto na 25 de março), parede de favos de papel pra fazer o fundo de tirar foto (tem que ter!) e etc.



* O vestido lindinho é da La Condesita, que eu sou super fã, e a flor laranja de cabelo foi um presente da AmorAlice.


E pra comer, claro que teve mel por toda a parte né? Teve bolo e cupcakes de mel com buttercream de cream cheese e mel e recheio de doce de leite, teve amendoim com mel, forminhas recheadas de ricota e mel, os mini pães de mel mais deliciosos que eu já comi em toda a minha vida, da Nadia Silva, mini panquecas com mel… Ah, e não posso deixar de falar dos brigadeiros de chocolate branco da Brigaderia Rock & Chocolate, da Daniele Moreno. Nham nham…





*Aí você pode ver que alguém roubou metade dos micro marshmallows das panquequinhas logo de cara… né Cecília?











Pra montar tudo isso no dia anterior só foi mesmo possível com a ajuda da cunhada querida e a mãe dela (Su e Cris, um ultra-mega-blaster obrigada!). Ficamos até tarde da noite fazendo os comes e bebes e arrumando a decoração. Pauleira… Mas sempre gratificante quando você vê a alegria da pequena curtindo o dia de festa dela, brincando com os amiguinhos pelos quais ela tem tanto carinho (e que tem um super carinho por ela também), aproveitando a família que vem de longe e comendo gostosuras o dia inteiro. É claro que no final ela tava tão esgotada que tava pedindo pra subir pra casa (veja só!), mas ela curtiu, ô se curtiu… :)



Com certeza foi um dia maravilhoso pra ela. Foi mais de uma semana antes da festa perguntando todo dia se no dia seguinte ia ser a festinha de aniversário dela! Isso porque a gente nem é o tipo de pai e mãe que fica falando nisso o tempo todo, justamente pra não deixar a criança super ansiosa. Mas mesmo assim, eu, que amo aniversários, imagino a ansiedade que ela estava de receber os amiguinhos e ganhar presentes e comer bolo e brigadeiro ;)

Ah, e os presentes… Um caso à parte. A Cecília nunca ganhou tantos presentes como dessa vez, e a gente ficou meio perdido do que fazer. Desde sempre nós optamos por dar o mínimo possível de brinquedos pra ela (e deixamos toda a família ciente disso), porque uma criança não precisa de dezenas de brinquedos pra ser criança. E mesmo ela tendo menos brinquedos que o habitual, a gente está de tempos em tempos vendo o que a gente pode doar pra abrir espaço pros novos (nesse aniversário, por exemplo, separamos duas sacolas para doação). Dessa vez como vieram muitos amiguinhos, todos eles trouxeram presentes. O que foi muito legal, sem dúvidas, mas que superlotou o quarto dela =P. Como lidar?? Já guardei alguns pra ela começar a brincar só daqui a um tempo, já doei outros antigos, mas se você tiver uma sugestão do que fazer, vou ficar super feliz em ouvir! Aliás, o que você acha sobre o assunto? Também seria legal ouvir a opinião de outras pessoas.

E foi isso. A Cerejinha teve um aniversário melado e amarelo muito feliz, que ela adorou. E isso é o que importa ;)

4 anos da Cecília: relatos e passeios

Dá pra acreditar? 4 anos! Agora a Cecília já é oficialmente uma menina grande! Ela tá mais independente a cada dia (e a gente estimula isso nela), sabe ler e escrever as letras e os números (na semana passada a gente levou ela ao oftalmologista e ele perguntou se ela tinha 6 anos. Okey…). Adora cantar as músicas do Gustaf junto com ele, mas também inventa suas próprias músicas. Adora fazer suas próprias perguntas de adivinha, e poemas que rimam. Não dorme mais sem ouvir uma história. Está cada vez mais desenhando coisas diferentes e divertidas, com temas inusitados como “mapa do tesouro com risco de dragão”, ou no outro dia quando ela chiou porque eu apaguei “o travesseiro” que estava desenhado no quadro negro.

Mas continua aquela linda criança super carinhosa e prestativa, que nota quando alguém deixa algo cair no chão, que faz carinho quando acha que a gente se machucou ou está com alguma coisa doendo, que ajuda crianças menores a se sentirem bem na escola (O último relato da professora foi de uma menininha nova que entrou na escola e estava chorando, quando a Cecília foi abraçá-la e dizer que ela era linda e que estava tudo bem).

Enfim, mais uma vez, a gente quis que ela tivesse um aniversário especial. O dia 7 era uma segunda-feira, e a festinha só seria no sábado seguinte, então nós fomos comemorar como “família pequena” (que é como a gente se chama: papai, mamãe e filhinha ^^).

No domingo, já que a maioria das peças é só nos finais de semana, levamos ela ao teatro pela primeira vez, para ver Chapeuzinho Vermelho, e ela adorou! É claro que o favorito dela foi o Lobo, mas ela não teve coragem de ir tirar foto com ele no final, só pediu pra tirar com a Chapeuzinho. =P

No dia seguinte, o tão esperado dia, foi o momento de acordar cedo e abrir presentes! Dessa vez a gente não fez caça aos presentes, mas escondemos atrás da cortina e ela achou sem querer, foi a maior surpresa pra ela ;)







Abrir presentes é sempre muito divertido né? Gustaf e eu demos pra ela um monte de comidinhas de madeira mais uma mini cesta de piquenique (só faltou a toalha xadrez!) e um cavalinho de pau. A Cecília é uma criança que ama fazer piqueniques, tá sempre querendo fazer um no quarto dela na hora do lanche. :)

Depois nós fomos conhecer a nova Biblioteca Infantil, na Vila Mariana, aqui em SP. Uma amiga me mandou um email dando a dica e eu achei que poderia ser legal levar ela no dia do aniversário, mas superou as expectativas. A biblioteca é demais! Super bem decorada e com muitos livros legais. A Cecília não queria ir embora quando deu a hora de fechar, e por muitos dias (até ontem) continua pedindo pra gente voltar lá.











E finalmente, aniversário sem bolo não é aniversário, certo? Então pra fechar o dia nós fomos na Zúcchero Doçaria comer bolo e cantar parabéns. Eu tinha esquecido as velas, mas a dona gentilmente deu uma pra gente. Quero voltar lá mais vezes, tanto pela gostosura dos doces quanto pela simpatia das pessoas. ;)




E parabéns pra Cerejinha!

(em outro post eu venho mostrar a festinha de aniversário!)

Compro de Quem Faz

Não sei se você viu correndo a internet nos últimos dias um movimento a favor de artesãos e artistas independentes… Viu?

Pois é, esse é o Compro de Quem Faz. Um movimento criado pelo Tanlup pra incentivar um consumo mais inteligente. De que forma? Comprando o que você precisa no dia-a-dia de pequenos produtores independentes ao invés de grandes lojas. Não porque eles são coitadinhos e precisam da sua ajuda para sobreviver, mas porque os artesãos modernos fazem coisas de qualidade, tal qual ou ainda melhores do que as indústrias.

Só hoje eu consegui parar pra escrever aqui no blog sobre isso, e foi até bom, porque assim eu posso passar as minhas impressões sobre o assunto desse período desde o dia em que o CDQF nasceu.

O lançamento do movimento foi feliz demais. Em 1 dia, vimos centenas de pessoas já engajadas com a causa. Parece que todos estavam praticamente prontos para dizer chega a esse consumismo desenfreado de produtos em série e importados (porque tudo que é gringo tem mais valor, certo? Eu não acho, mas é o que parece ser verdade para uma galerinha brasileira aí…). E o que faltava era o CDQF pra juntar todas essas pessoas sob um mesmo guarda-chuva, pra que assim, pelo coletivo, pudéssemos tentar alguma mudança nesse cenário do artesanato nacional.

Eu acredito no poder transformador do artesanato, em como ele muda a vida de quem faz. E sei que ele pode influenciar positivamente também quem passa a dar preferência ao produto artesanal na hora de consumir.

Eu estou muito animada pelo que está por vir, acho que podemos fazer coisas bem legais em prol da causa, e assim alcançar todo o país. E eu não acho que isso é utopia não. ;)

Quer se juntar a nós? Você pode acompanhar (e entrar em ação) pelo site ou pela página no facebook:

comprodequemfaz.com.br
facebook.com/comprodequemfaz


(você pode ler o manifesto aqui)

Achados no Tanlup: Para os pais

Dá tempo de dar sugestões de presentes para o Dia dos Pais, né? Aproveitando que hoje eu parei pra procurar o presente do meu pai (e do pai da Cecília =P), e me deparei com muuuuita coisa legal para os homens, resolvi compartilhar aqui no blog. É daqui a dois domingos, então pra você que ainda tá na dúvida do que dar de presente, ou ainda nem teve tempo de parar para pensar nisso, aqui vai a minha humilde ajuda ;)

1) Achei o máximo esses sabonetes de bigode e pincel. Perfeitos para os bigodudos e barbudos da minha vida. :)
2) Camiseta náutica e minimalista.
3) Caneca fofinha. Do outro lado tem uma ilustração, mas só essa escrita já me ganhou. <3
4) Capa de couro bonituda pra iPhone.

5) Sabonete mais macho que esse acho que não tem. ;)
6) Poster emoldurado, pros pais hipsters.
7) Moringa de cerâmica, clássica e charmosa.
8) E esse relógio de parede? Até eu quero.

9) Praqueles que gostam de vintage, uma luminária linda de doer.
10) E o kit com sabonetes e afins? Achei demais! O que me ganhou de primeira foram os rótulos.
11) Caderninho com mensagem, o tipo de presente que não tem erro.
12) Bálsamo pós-barba, outro presente coringa.

E se você quiser ainda mais dicas de presentes, tem o Guia de Presentes do Tanlup, que a propósito tá a coisa mais maneira todo em pixel art <3 <3 <3 (momento jabá =P)

Agora falta eu decidir os presentes para os papais da minha vida, ô dúvida cruel…

Cenas da semana











1. Tem o lado ruim de perder o sono às 3 da manhã. Mas tem o lado bom de poder acompanhar desde cedo a beleza do raiar do sol.
2. Tomatinhos em dia de feira.
3. Corujinha cansada depois de correr e pular.
4. Jardim cuidado pela primeira vez no apê novo.
5. Cantinho da nossa sala (com garrafa que Cecília e eu fizemos no Dia das Mães) (e guaxinim da Fernanda Sponchiado que eu ganhei da Juli).
6 e 7. Lírios abrindo.
8 a 11. Cenas de um dia de uma cerejinha doentinha. Passamos o dia juntas e fizemos até piquenique de tarde no quarto dela.

Óculos novos



Meus óculos novos (novos pra mim) foram um achado feliz. Comprei uma armação vintage no Tanlup e, quando chegou, tratei logo de fazer as lentes numa ótica aqui perto. É tão gostoso mudar de óculos quando você é meio “escrava” deles… O engraçado é que eu não tenho um grau muito alto. É aquela velha história de precisar de óculos só para ler e ficar no computador, mas quando você se acostuma a enxergar como águia, não quer outra vida. =P

Esses são da Tatileine Brechó, no Tanlup. É sempre uma alegria garimpar por lá, com peças realmente vintage, e com descrições ricas em detalhes e honestidade sobre o estado atual das coisas. Pra mim isso é primordial em um brechó online: eu preciso saber todas as medidas da peça e possíveis defeitos, pra não rolar aquela frustração chata quando chegar. Na maioria das vezes não me importo em ter que ajustar ou consertar uma coisa ou outra, desde que eu receba já sabendo, afinal aí está a graça de se comprar vintage, ter uma coisa única, mesmo que dê um trabalhinho. ;)

E vocês, também adoram comprar em brechós online? Alguma outra dica pessoal? Em quais lojas vocês costumam garimpar? Vou adorar ouvir! :)